Entre o Jardim, a Torre e o Algoritmo, propõe uma leitura simbólica da história humana como um ciclo recorrente de expansão da consciência, interrupção e reinício. Do Éden à Torre de Babel, do Dilúvio ao Apocalipse, o texto investiga padrões de contenção não como punição, mas como resposta à imaturidade ontológica do humano diante do poder que constrói. Ao dialogar com a emergência da inteligência artificial, o artigo questiona se estamos repetindo antigos erros em nova linguagem ou se, pela primeira vez, atravessamos o limiar com lucidez suficiente para integrar conhecimento, tecnologia e consciência.
Leia a análise completa e a leitura simbólica da história humana — do Jardim à Torre, do mito ao algoritmo — explorando o papel da consciência, da tecnologia e da inteligência artificial como limiar do nosso tempo.